Palha da Silva: “A Oi teve uma desvalorização súbita demais para ser uma situação normal”
Luís Palha da Silva, gestor da Pharol, reconhece que a desvalorização da Oi foi "súbita demais" para ser considerada "normal". Por isso, a tentativa de fusão com a PT foi um negócio "estranho", diz.
A Pharol é hoje uma das principais acionistas da operadora brasileira Oi, mas deverá deixar de o ser quando a empresa concluir a conversão de dívida em ações e o aumento de capital em dinheiro previsto no plano de recuperação judicial a que está sujeita. Hoje, depois da fusão falhada entre a PT e a Oi, e depois de a antiga holding se transformar naquilo que é a gestora de participações Pharol, o atual presidente executivo, Luís Palha da Silva, reconhece que a situação não pode ter sido normal. Em entrevista ao ECO, dividida em quatro partes, Palha da Silva fala ainda dos atuais acionistas da cotada nacional.
A entrevista em quatro partes: 1 – “Não receber nada da Rio Forte é uma impossibilidade” 2 – “A Oi teve uma desvalorização súbita demais para ser uma situação normal” 3 – “Não podemos ficar impedidos de participar no aumento de capital da Oi” 4 – “Confiamos na justiça brasileira para garantir a boa governação da Oi”
Publicado originalmente no ECO