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Além do óbvio (e do ChatGPT) empresas portuguesas já estão a aplicar IA nas operações

Não são só os chatbots. Grandes empresas nacionais estão a levar a inteligência artificial a sério, desenvolvendo aplicações inovadoras com resultados para apresentar. Conheça seis casos concretos.

Prever avarias em máquinas, processar documentos ou ligar automaticamente aos doentes são apenas três exemplos de como as empresas portuguesas estão, já hoje, a tirar partido da inteligência artificial (IA). Alguns casos viraram novas linhas de negócio, outros ainda estão em fase de testes. A pressão para inovar é muita, de olhos postos na concorrência, e só vai aumentar. Mas há que resistir a aplicar IA em tudo, advertem os responsáveis: é preciso conta, peso e medida. Até porque a tecnologia também tem custos, que podem escalar, e rapidamente.

A Fidelidade, a maior seguradora do país, implementou uma solução que reconhece declarações e faturas submetidas pelos clientes, aprende com a experiência e já mereceu vários prémios. A petrolífera Galp conseguiu evitar uma paragem na refinaria de Sines porque um algoritmo emitiu um alerta com antecedência. Enquanto isso, a Mota-Engil está a testar uma tecnologia de IA que permite aos encarregados de obra processarem as guias de transporte dos materiais através de uma fotografia.

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Publicado originalmente no ECO

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