O ChatGPT não é o Google
Preocupa-me que o ChatGPT esteja a ser usado para um fim para o qual não foi concebido: servir como um motor de busca em esteroides.
Depois do entusiasmo acrítico em torno do “metaverso”, é com agrado que vejo a opinião pública abraçar a “inteligência artificial”, uma tecnologia verdadeiramente transformadora. É bom que se fale dos riscos e benefícios de ferramentas como o ChatGPT, um programa que ultrapassou os 100 milhões de utilizadores dois meses após o lançamento.
Se for bem utilizado, o ChatGPT pode já hoje ajudar profissionais e particulares em tarefas mais ou menos básicas. Mas preocupa-me que esteja a ser mais usado para um fim para o qual não foi concebido: servir como um motor de busca em esteroides.
Publicado originalmente no ECO